Se você já fez uma busca sobre outras opções de investimento além da poupança, deve ter esbarrado na sigla CDB. O Certificado de Depósito Bancário é um investimento relativamente popular, bastante seguro e com boa rentabilidade, o que o torna atraente para quem quer sair da velha caderneta.

Quem está dando os primeiros passos nesse assunto certamente terá algumas dúvidas. Afinal, junto com o CDB vêm muitas outras siglas, como CDI, FGC, IPCA, IOF… Fica difícil não se perder!

Por isso, fizemos este texto para explicar todos os detalhes sobre essa aplicação. Você vai entender o que é CDB, quais são as suas vantagens em relação à poupança, como funciona o cálculo dos rendimentos, quando ele pode ser resgatado, o quanto de imposto é recolhido e, por fim, como escolher um banco para investir.

Que tal ficar por dentro disso tudo? Continue lendo!

O que é CDB — Certificado de Depósito Bancário?

O Certificado de Depósito Bancário é um dos investimentos mais populares no Brasil. Segundo dados de 2016, o volume desse tipo de aplicação no país era de R$ 549,2 bilhões. A título de comparação, as cadernetas de poupança somavam R$ 664,9 bilhões em recursos depositados, de acordo com informações do mesmo período.

Ao investir em CDB, você adquire um título de crédito de um banco ou instituição financeira. Isso quer dizer que, a partir daquele momento, aquela empresa deve para você e tem o compromisso de recomprar aquele papel pela quantia investida mais os juros combinados.

As empresas financeiras recorrem a esse instrumento para obter recursos financeiros. De posse desse dinheiro, elas podem emprestá-lo para outros clientes sob diversas formas, como empréstimos pessoais, cheque especial, cartão de crédito, capital de giro para empresas etc.

CDB ou poupança? Quais as diferenças?

Mas o que torna o CDB tão atrativo? Ao compará-lo com a poupança, vemos que ele oferece diversas vantagens: paga juros diariamente, propicia a mesma segurança e rende bem mais. A seguir, falaremos um pouco sobre cada um desses benefícios!

Rendimento diário

A primeira vantagem do CDB sobre a poupança é a chamada periodicidade dos rendimentos. Em termos mais simples, podemos dizer que ela é a frequência com que os juros são pagos.

Primeiro, vejamos como isso funciona na poupança: nela, quando você faz um depósito, os juros pagos por aquele dinheiro só caem na sua conta depois de 30 dias.

Se você colocou R$ 1 mil no dia 25 de setembro, por exemplo, apenas no dia 25 de outubro receberá a remuneração pelo período. Depois, no dia 25 de novembro, e assim por diante. Dessa forma, o dia 25 será a chamada data base ou data de aniversário daquele depósito.

E se, digamos, você precisar sacar o seu dinheiro no dia 10 de outubro? O que acontece? Se o saque for total, você não recebe nada a mais pelos dias que o seu dinheiro ficou parado — os R$ 1 mil estarão lá como foram depositados, nem um centavo a mais.

Se o saque for parcial (R$ 700, por exemplo), apenas o saldo restante (R$ 300) será usado como base para calcular os juros quando os 30 dias forem atingidos.

Vale lembrar que esse mecanismo funciona de maneira independente para cada um dos depósitos. Imagine que você colocou R$ 2 mil no dia 10 e R$ 1 mil no dia 15. No dia 10 de cada um dos próximos meses, caem os juros do primeiro depósito e, no dia 15 de cada mês, os juros do segundo.

E no CDB, como isso acontece? Nele, seu dinheiro cresce um pouquinho todo dia útil. É a chamada rentabilidade diária.

Graças a ela, você não precisa se preocupar se seu dinheiro já recebeu juros naquele mês quando for resgatar a aplicação, pois ele certamente recebeu a remuneração por cada um dos dias do investimento.

Mesma segurança

Muita gente acha que a poupança é o mais seguro dos investimentos, mas isso não é verdade. O que cobre o dinheiro nas cadernetas é a proteção de um órgão privado, o Fundo Garantidor de Créditos (FGC). Se o banco quebrar, o FGC entra em cena e repõe até R$ 250 mil para cada CPF.

Porém, a poupança não é o único investimento que conta com essa cobertura. Ela também se aplica ao CDB e a outros tipos de títulos, como a Letra de Câmbio (LC), a Letra de Crédito Imobiliário (LCI) e a Letra de Crédito do Agronegócio (LCA). Até mesmo o dinheiro que está na sua conta corrente têm essa garantia.

Portanto, se você procura segurança, não precisa deixar o dinheiro na poupança. Fazer isso é perder uma ótima oportunidade de obter ganhos superiores, como veremos a seguir.

Rendimentos maiores

O rendimento da poupança é definido por lei e não varia de um banco para outro. Em qualquer instituição que você abra sua caderneta, receberá sempre a mesma remuneração.

Ela é composta por uma parte básica, a chamada Taxa Referencial, e uma parte adicional, que é calculada de duas formas, de acordo com a taxa básica de juros vigente:

  1. quando a Selic é superior a 8,5% ao ano: 6,17% ao ano;

  2. quando a Selic é igual ou inferior a 8,5% ao ano: 70% da Selic.

Fórmulas à parte, o que vem ao caso é que o rendimento da poupança é sempre muito baixo.

Em 2015, por exemplo, a poupança pagou 8,15%. Parece um bom rendimento, mas esse número ficou abaixo da inflação no mesmo período, de 10,67%.

Isso quer dizer que quem deixou dinheiro nela viu seu poder de compra cair: mesmo com os juros, a quantia final valia menos do que a inicial.

Em 2016, com a queda da inflação, o cenário foi um pouco melhor: a poupança teve rendimento real — nome dado ao pagamento de juros descontado do efeito da alta dos preços — de 1,9%, o maior desde 2009.

Pode parecer bom, mas, no mesmo período, o rendimento real do CDI — taxa de juros que acompanha a Selic e é usada como base para os CDBs e outras aplicações — foi de 7,25%. Bem melhor, não é mesmo?

As instituições financeiras têm mais liberdade para definir os rendimentos dos seus CDBs, pois não há nenhuma lei que estipule sua remuneração. Por isso, elas podem oferecer taxas maiores como forma de atrair clientes e conseguir recursos para oferecer crédito.

A seguir, veremos como são as formas de remuneração usadas pelo CDB.

Como a aplicação em CDB funciona?

Você já entendeu a lógica do CDB: você compra o título, e o banco usa os recursos financeiros para oferecer crédito a outros clientes, remunerando, assim, sua aplicação.

O CDB é um investimento de renda fixa. Isso quer dizer que ele tem regras claras para definir o quanto vai render, o que dá muito mais previsibilidade e segurança ao investidor.

Agora, é hora de saber como esses juros são calculados.

Juros prefixados

Os juros prefixados são uma forma bastante comum de definir o rendimento do CDB. Eles funcionam de maneira bem simples: ao fazer um investimento, você é informado dos juros pagos na forma de uma porcentagem anual. Um CDB pré, como também é chamado, pode pagar 10% ao ano, por exemplo.

Isso significa que, a cada ano que aquele dinheiro ficar investido, a rentabilidade total dos juros pagos diariamente será de 10%.

Vale dizer que os juros são compostos — isto é, a remuneração paga é incluída no investimento inicial, que é usado como base na hora de calcular os próximos juros.

Imagine um investimento de R$ 1 mil com a taxa de juros de nosso exemplo, 10% ao ano, e prazo de três anos. Observe como, a partir do segundo ano, a base de cálculo e os juros crescem.

  • 1º ano: R$ 1.000 + 10% = R$ 1.100;

  • 2º ano: R$ 1.100 + 10% = R$ 1.210;

  • 3º ano: R$ 1.210 + 10% = R$ 1.331.

Esses são valores brutos, sem desconto de IR. Como você pode ver, com os juros prefixados, dá para saber exatamente o quanto seu dinheiro vai render na hora do investimento.

As taxas desse tipo de investimento não são definidas de maneira aleatória pelas empresas financeiras. Elas tomam como base os juros do CDI — sigla para Certificado de Depósito Interfinanceiro, nome dado aos títulos trocados nos empréstimos que os bancos fazem uns aos outros.

A taxa CDI segue de perto a Selic, juros básicos da economia brasileira, definidos nas reuniões do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, que acontecem a cada 45 dias.

A Selic é um dos instrumentos usados para controlar a inflação ou aquecer a economia, de acordo com as circunstâncias econômicas do país. Vamos a mais um exemplo para entender melhor como essas relações funcionam.

Imagine que a Selic está fixada em 15% ao ano. No entanto, o país atravessa uma grave recessão, com grande número de desempregados e economia em desaceleração.

A expectativa, portanto, é de que o Copom abaixe a Selic, pois, com juros menores, o crédito fica mais barato, as pessoas consomem mais, e a economia volta a crescer, trazendo os empregos de volta.

Portanto, nesse cenário, um CDB prefixado que paga 15% ao ano é ótimo, pois continuará com esse rendimento mesmo quando a Selic cair. O mais comum, no entanto, é que as instituições financeiras antecipem esse movimento e passem a oferecer rendimentos menores que 15% ao ano.

Se você quer saber para onde a Selic vai, é bom acompanhar as notícias sobre o Boletim Focus. Publicado pelo Banco Central semanalmente, esse documento traz uma pesquisa feita com economistas das maiores instituições financeiras do país.

Eles projetam qual será o patamar da Selic e de outros indicadores econômicos (dólar, inflação, crescimento do PIB) nos próximos anos.

Juros pós-fixados

Outra forma de definir o rendimento de um CDB é por meio dos juros pós-fixados, o método mais frequentemente encontrado. Nele, o investimento acompanha as taxas de juros vigentes no período pelo qual o dinheiro fica aplicado.

Funciona assim:

  • o CDB pós-fixado oferece uma porcentagem do CDI — 110%, por exemplo;

  • então, durante o período em que o CDI estiver em 8% ao ano, por exemplo, esse CDI renderá 110% de 8%, o que dá 8,8% ao ano;

  • se um ajuste na Selic fizer o CDI subir para 10% ao ano, o rendimento passa a ser de 110% de 10%, isto é, 11%.

É importante notar que as oscilações do CDI afetam apenas os rendimentos posteriores ao ajuste: os juros que foram pagos com base no CDI a 8% continuam lá, intocados.

Essa modalidade é um pouco menos previsível que os juros prefixados. Não dá para saber exatamente qual será o rendimento no momento da aplicação — afinal, temos apenas projeções sobre o futuro da Selic, mas sua oscilação depende de fatores da economia do país.

Mesmo assim, a variação das taxas de juros é bem mais suave do que o sobe e desce das ações negociadas na bolsa de valores, por exemplo. Enquanto o papel de uma empresa pode despencar de valor de um dia para outro, as taxas de juros brasileiras são sempre positivas, garantindo rendimentos constantes.

Além disso, o Brasil tem, historicamente, uma das maiores taxas de juros do mundo, o que beneficia investimentos atrelados a elas.

Remuneração atrelada à inflação

A terceira forma mais comum de definir a rentabilidade mistura características das duas anteriores. Os CDBs atrelados a inflação pagam rendimentos com base na variação de um índice de preços somado a uma porcentagem fixa. Alguns exemplos: IPCA + 5%, IGP-M + 6%, etc.

Vamos por partes. Índice de preços, explicando de maneira bem ampla, é uma forma de calcular o custo de vida. Institutos de pesquisa mantêm o histórico de preços cobrados por diferentes produtos (alimentos, combustível, energia elétrica, entre muitos outros) e calculam qual foi a inflação no período.

O IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), calculado pelo IBGE, é a medida oficial da inflação, usada nas metas do Banco Central.

Quando o Copom reajusta a Selic para controlar a inflação, é porque o IPCA está acima da faixa de tolerância da meta, o chamado teto, o que quer dizer que os preços estão subindo a uma velocidade muito alta.

Já o IGP-M (Índice Geral de Preços – Mercado), feito pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), é um indicador independente, frequentemente usado no reajuste de contratos de aluguel de imóveis.

Voltando aos investimentos, o que significa ter um CDB atrelado à inflação? Isso quer dizer que o poder de compra do seu investimento está garantido. Lembra quando falamos do fato de a poupança ter “perdido” para a inflação em 2015? Isso jamais aconteceria em um CDB atrelado ao IPCA.

Se a remuneração fosse de IPCA + 5%, o investimento pagaria, naquele ano, os 10,67% de inflação do período mais 5% de juros, totalizando 15,67% de rendimento. Os 5% prefixados, portanto, servem para garantir um rendimento real, acima da inflação.

Esse modo de remunerar os investimentos é especialmente interessante no Brasil, onde o histórico de controle inflacionário é bastante problemático — quem tem mais de 30 deve se lembrar da hiperinflação nos anos 80, quando os preços chegavam a dobrar em um único mês.

CDBs desse tipo são bastante recomendáveis para quem quer poupar para a aposentadoria, pois garantem que o dinheiro não apenas manterá seu valor em longo prazo, como também terá um bom rendimento.

Quanto rende por mês?

Como vimos, há diversas formas de estipular o rendimento de um CDB, e cada banco pode utilizá-las da maneira como bem entender. Por isso, não é tão simples dizer quanto um CDB rende por mês.

A melhor maneira de você ter uma projeção dessa resposta é usar um simulador de investimento. Nele, você estipula o tempo pelo qual quer deixar seu dinheiro aplicado e a quantia a investir e recebe uma estimativa de quanto será o rendimento.

Quais são as condições de resgate?

Existem basicamente duas modalidades de CDB com relação ao resgate: a que oferece liquidez diária e a que restringe a liquidez ao vencimento.

Caso você não saiba, liquidez é o nome dado à propriedade de transformar um ativo em dinheiro sem perder seu valor. Quanto mais líquido for um investimento, isso significa que é mais fácil resgatá-lo sem ser penalizado de qualquer forma.

Vejamos, então, às diferenças entre as duas.

Liquidez diária

Um CDB com liquidez diária é aquele que permite o resgate a qualquer momento, liberando o valor aplicado mais os juros que já foram pagos no mesmo dia.

Esse tipo de investimento é o mais indicado para quem está investindo sem saber quando precisará usar o dinheiro. Também serve muito bem para quem quer ter uma reserva para ser usada em caso de imprevistos.

É importante notar que todo CDB tem uma data de vencimento. Isso vale também para os que oferecem liquidez diária. Nesse caso, ao atingir o dia estipulado, a instituição financeira devolve seu dinheiro com os juros, mesmo que você não efetue o resgate.

Liquidez no vencimento

Um CDB com liquidez no vencimento não permite o resgate antecipado. Ao contrário do que acontece com os CDBs com liquidez diária, não dá para sacar o dinheiro antes do prazo estipulado.

Se você está se perguntando por que alguém optaria por essa modalidade, eis a resposta: os juros pagos nela são maiores!

É uma forma de recompensar quem decide deixar seu dinheiro parado por mais tempo, pois isso dá mais previsibilidade para as instituições financeiras fazerem suas operações no mercado.

Obviamente, você não deve colocar todo o seu dinheiro em um CDB desse tipo, pois é necessário ter um fundo para emergências.

Mesmo assim, esses investimentos são interessantes para planejamentos financeiros de médio e longo prazo, como compra de bens de maior valor (imóvel, carro, estudos, viagens etc.) e aposentadoria.

É preciso declarar no Imposto de Renda?

Sim, pois rendimentos líquidos de CDB são lançados na linha “06. Rendimentos de aplicações financeiras“, na seção “Rendimentos Sujeitos à Tributação Exclusiva/Definitiva”. Já os saldos nos anos passado e retrasado devem constar na seção “Bens e Direitos”, na linha “45. Aplicação de renda fixa (CDB, RDB e outros)”.

Entretanto, é preciso saber que o recolhimento do Imposto de Renda no CDB é feito unicamente na fonte. Você recebe seu dinheiro livre de impostos e não precisa pagar mais nada por ele.

A alíquota de IR a ser aplicada sobre os rendimentos depende do tempo de aplicação. A tabela regressiva é a seguinte:

  • menos de 180 dias: 22,5%;

  • entre 181 e 360 dias: 20%;

  • entre 361 e 720 dias: 17,5%;

  • acima de 720 dias: 15%.

Portanto, a sugestão é sempre deixar para resgatar o dinheiro depois de dois anos, como forma de pagar a menor alíquota.

Claro, nem sempre isso é possível: se você está fazendo uma reserva de emergência e precisar recorrer ao dinheiro, não pense duas vezes, pois é melhor resgatar do que se endividar; se o seu objetivo é fazer uma viagem no ano que vem, não precisa adiar seus planos somente por isso.

Além do IR, existe outra cobrança em um caso específico. Resgates feitos menos de 30 dias após o investimento também sofrem incidência de Imposto sobre Operações Financeiras, o IOF.

Ele começa em 96% do rendimento, no primeiro dia, e chega a 0% no trigésimo. Portanto, resgatar o CDB em menos de 30 dias faz com que você perca grande parte do rendimento.

Entretanto, mesmo com esses descontos, o rendimento ainda é maior do que o de um depósito na poupança, pois, como dissemos, a caderneta só paga juros a cada 30 dias. Entre ganhar um pouco e não ganhar nada, a primeira opção certamente é melhor, não é mesmo?

Como e em que banco investir?

Praticamente todos os bancos oferecem seus CDBs. Entretanto, as grandes empresas financeiras estão em uma situação bastante cômoda, pois já contam com milhões de clientes entre correntistas, investidores e usuários do crédito.

Portanto, os grandes bancos não precisam oferecer taxas atraentes. Geralmente, seus CDBs dificilmente superam os 80% do CDI, o que pode fazer com que o rendimento seja muito próximo ou até menor que o da poupança, dependendo da taxa de juros vigente.

Se você procura uma rentabilidade maior, uma boa alternativa é recorrer a bancos de porte médio, que oferecem remunerações mais vantajosas como forma de atrair clientes.

Eles também contam com a proteção do FGC que mencionamos anteriormente, o que já ajuda a diminuir os riscos. Além disso, é possível se informar sobre a situação financeira de uma instituição desse segmento.

Agências de classificação de risco renomadas, como Standard & Poor’s e Fitch, que classificam as dívidas públicas de países, também avaliam os balanços e o patrimônio de bancos e atribuem notas de crédito a eles. Ser bem classificado é um ótimo sinal.

Por fim, é preciso também conferir a presença do banco no ambiente digital. Hoje, já é possível encontrar empresas que oferecem um atendimento completo por meio de aplicativos. Assim, você faz tudo pelo seu celular, sem precisar perder tempo com telefonemas, idas a agências ou burocracia.

O CDB do Paraná Banco reúne todas essas características: boa rentabilidade, segurança do FGC, altos conceitos nas agências de classificação de risco e um atendimento completamente digital.

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